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terça-feira, 4 de novembro de 2014

#DesafiosDeDilma: reforma política opõe presidenta e o Congresso

Presidenta defendeu plebiscito pela reforma política em discurso

Por Pedro Muxfeldt

Em suas primeiras palavras como presidenta reeleita, Dilma defendeu a reforma política conforme organizações como a OAB e a CNBB tem defendido e colocou a proposta como uma de suas prioridades de governo.

Na sequência, o Congresso reagiu à fala de Dilma, tentando trazer para si a prerrogativa de definir os rumos da reforma e o modelo de consulta popular. É sobre a chamada 'mãe de todas as reformas' que trata a segunda parte do Desafios de Dilma.

O entrevistado é Lucas Pelissari, membro da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito Constituinte pela Reforma Política. Confira a conversa do Trocando Ideia com ele clicando aqui.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Não haverá nenhuma reforma política sem enfrentar o monopólio da mídia

Enfrentar o monopólio da informação é obrigação do governo Dilma

Por Pedro Muxfeldt

Desde as manifestações de junho, a reforma política, tema antes restrito aos partidos de esquerda, ganhou ares de clamor popular. Dilma já sinalizou que vai tomar a mudança do sistema política-eleitoral do país como prioridade em seu novo governo. Porém, sempre fica fora dessa discussão.

Sem a democratização dos meios de comunicação, a reforma política não sai. Isso porque a imprensa hegemônica, representante maior do conservadorismo no país, quer mais é manter as estruturas de poder que lhe garantem lucros vultuosos e o direito intocável de jogar contra o Brasil. Clique aqui para continuar lendo.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A reforma política é um dever de cada cidadão brasileiro

Congresso só vai se dobrar à reforma política com mobilização popular

Por Pedro Muxfeldt

Não demorou um dia para que as cartas fossem postas na mesa na política nacional. Depois de Dilma afirmar que a aprovação do plebiscito pela reforma política será um de seus maiores objetivos neste segundo mandato, o presidente do Senado, Renan Calheiros, que integra a base aliada ao governo, rebateu a proposta da presidenta e defendeu a realização de um referendo.

Vale explicar. No plebiscito, os cidadãos são chamados a opinar antes da redação da lei, definindo, portanto, como os temas serão abordados. Já no referendo, uma proposta desenhada no Congresso segue para a avaliação do povo.

Assim, o que Renan e boa parte de nossos parlamentares desejam é construir a reforma política à sua imagem e semelhança e empurrá-la goela abaixo da população. Clique aqui para continuar lendo.

domingo, 26 de outubro de 2014

Viramos uma Venezuela nas urnas e o governo precisa entender isso

As reformas de base são uma necessidade do próximo mandato de Dilma

Por Pedro Muxfeldt

O grande medo da banda mais reacionária do eleitorado de Aécio Neves acaba de se concretizar. Nas urnas, o Brasil se transformou numa Venezuela. A exemplo da eleição de Nicolás Maduro sobre Henrique Caprilles no ano passado, o resultado da votação apresenta um país rachado ao meio, mas ainda pendendo para o lado das forças progressistas que tanto lá quanto cá conseguiram barrar o avanço conservador.

Mais do que encampar o discurso da mídia de que o momento é de união nacional, Dilma e o governo do PT precisam compreender que o recado das urnas é um grito de exigência por uma manobra vigorosa à esquerda e aqui também vale prestar atenção no exemplo que vem da Venezuela. Clique aqui para continuar lendo.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Financiamento privado de campanha é a causa dos males da política



Por Pedro Muxfeldt

Ontem, este blog revelou que dois senadores que atuaram diretamente na liberação da venda dos inibidores do apetite receberam ao todo R$ 890 mil de farmacêuticas e planos de saúde em suas campanhas de 2010 e 2014.

Na raiz do problema, mais do que uma reclamação difusa contra a corrupção, mal generalizado no corpo da política nacional, está a possibilidade de empresas bancarem as candidaturas através de doações. Continue lendo.

Para onde vai a luta pela reforma política depois do plebiscito popular?

Plebiscito coloca pressão de milhões de votos no colo do Congresso


Por Pedro Muxfeldt

No domingo, foram fechadas as urnas do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva - a votação foi prorrogada na internet até segunda-feira -, ação organizado por centenas de movimentos sociais que visa pressionar o Congresso Nacional a convocar uma Constituinte para realizar a reforma política tão necessária para o avanço da democracia no Brasil. Na expectativa dos organizadores, de 1º de setembro a domingo foram 10 milhões de votos.

Nesta segunda, o Trocando Ideia conversou com Lucas Pelissari, secretário-nacional do movimento, que revelou que as regras da eleição podem contemplar o financiamento público de campanha e até mesmo a possibilidade de um candidato concorrer sem estar ligado a um partido político. Confira a entrevista na íntegra.

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